Poeminha triste.
O poeta descansa, adormecido dos problemas cotidianos,
Enquanto a cidade desperta submersa em caos e lama.
No ancoradouro da memória um sonho silente pede passagem
Mas não há vento que infle a vela e impulsione as palavras
Que anseiam por marés cheias de versos e poesias.
A cidade amanhece alagada, ribeiras a descer encostas,
soterrar corpos.
Enquanto o poeta refestela, alheio as coisas cotidianas.
No peito um coração arfando desespero por um vazio infecundo;
De velas abertas, à espera de um vento favorável, as palavras
Submergem aflitas em um poema sem sentido.
O poeta desperta sob a lama, infecto alheamento,
Enquanto a cidade adoece gangrenada por enchentes.
O poema irrompe sortilégios sobre aquele que o nega;
Sob uma tempestade de palavras, um barco à deriva
Leva a notícia do caos que assombra a cidade.
O poeta descansa, adormecido dos problemas cotidianos,
Enquanto a cidade desperta submersa em caos e lama.
No ancoradouro da memória um sonho silente pede passagem
Mas não há vento que infle a vela e impulsione as palavras
Que anseiam por marés cheias de versos e poesias.
A cidade amanhece alagada, ribeiras a descer encostas,

soterrar corpos.
Enquanto o poeta refestela, alheio as coisas cotidianas.
No peito um coração arfando desespero por um vazio infecundo;
De velas abertas, à espera de um vento favorável, as palavras
Submergem aflitas em um poema sem sentido.
O poeta desperta sob a lama, infecto alheamento,
Enquanto a cidade adoece gangrenada por enchentes.
O poema irrompe sortilégios sobre aquele que o nega;
Sob uma tempestade de palavras, um barco à deriva
Leva a notícia do caos que assombra a cidade.
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